O marketing tribal é uma forma de marketing que aposta na criação de grupos com interesses comuns e em dar a esses grupos produtos que vão ao encontro das suas necessidades e desejos.Desde há muito tempo que se sabe que o marketing WOM (em inglês word of mouth, ou seja a passagem de algum tipo de informação de pessoa para pessoa, normalmente pertencente a um grupo de relacionamento) funciona. As pessoas confiam num conhecido ou amigo que experimentou um produto, que pode mencionar as suas vantagens e que o aconselha por algum motivo. Não sendo exactamente a mesma coisa, no marketing tribal, há uma “tribo”, ou seja grupo de pessoas que partilham características semelhantes ou algum tipo de interesse semelhante, a quem é apresentado um produto que se sabe à partida que irá satisfazer os seus interesses e espalhar as vantagens do produto apresentado. Com isto, há a criação de comunidades, muito facilitada pelas novas tecnologias, em particular a internet, mas não apenas desta forma. Uma pessoa que faz parte desta comunidade têm acesso não só aos últimos produtos da empresa em questão, como também pode interagir com elementos da própria empresa destacados para este trabalho em particular, como com os membros do grupo, obtendo sugestões, ideias, conselhos, ou simplesmente comunicando com pessoas que partilham dos mesmos interesses, o que dá uma sensação de grupo e união. Desta forma uma empresa não só consolida o grupo de consumidores fieis do produto, como também contribui para que “se espalhe a palavra” e aumente o grupo de pessoas pertencentes à tribo.O esquema é simples. É criada uma comunidade na internet, ou um grupo, pela própria empresa, que ao vender o produto a um cliente, promove este grupo. Ao haver interesse, a pessoa junta-se a este grupo. Isto contribui para a fidelização da pessoa. Esta, ao ser cliente da empresa e pertencer ao grupo, irá ter vantagens em termos de obtenção de produtos, serviços ao cliente, etc., dependendo do tipo de serviços e produtos disponibilizados pela empresa. Ao ter um serviço do seu agrado, mantém-se no grupo, interage com o mesmo e ela própria publicita as vantagens de estar na “tribo”, o que fará com que outras pessoas comprem o produto e aumente o número de pessoas no grupo. De uma forma simples, é possível então criar uma grande comunidade de pessoas que aderem ao produto, com a vantagem de poder criar um serviço personalizado que cativa as pessoas, ao contrário das grandes campanhas, necessárias é óbvio para a promoção dos produtos, mas demasiado generalizadas.
sábado, 24 de janeiro de 2009
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
I Think I Caught Something: Viral Marketing

- "Viral marketing is the wave of the online advertising future."
- "Viral marketing is what will get me all the customers I need to survive as a business, and it won't cost me anything!"
- "Viral marketing is what will build a customer base with little or no capital outlay from the advertiser."
"The award for Internet marketing buzzword of the year goes to 'viral marketing.'"-- ICONOCAST, December 16, 1998
Vamos começar com alguma microbiologia. Um vírus é uma partícula proteica que contém material genético. O vírus usa a proteína para atacar o revestimento de uma célula saudável e assim anexar-se a esta, uma vez unida injecta o seu material genético, alterando definitivamente o DNA da célula hospedeira. Um vírus particularmente eficaz pode transformar a célula hospedeira numa uma fábrica de réplicas do vírus, espalhando-a para outras células.
Tal como o mítico Trojan Horse, um vírus apresenta-se (aparentemente) inócuo perante o seu visitante, mas contém uma força capaz de atacar e vencer seu hospedeiro conquistando anfitriões de uma forma exponencial à medida que se espalha.
Obviamente, não pensamos em marketing de uma forma tão bélica, marketing viral significa criar mensagens que contêm no seu interior conceitos que são absorvidos pelas pessoas que entram em contacto com estas. E criar essas mensagens o suficientemente "viciantes" para que as pessoas as passem.
Marketing viral é uma idéia que se propaga, é uma ideia que ajuda a espalhar um produto/serviço ou potenciar um negócio num mercado. Não é considerado marketing viral um utilizador ter o seu vídeo visto por 30 mil pessoas, pois não há nenhum retorno, não existe qualquer tipo de benefício ou retorno financeiro....
Desvantagens em usar Marketing Viral para promover um produto ou negócio:
- O marketing viral pode ter um efeito negativo tremendo (o oposto do pretendido) se depois de lançado o "vírus" não se tiver um bom produto/serviço que corresponda ás expectativas criadas com esse "vírus"
Top ten viral videos
http://www.blogstorm.co.uk/the-top-10-viral-marketing-campaigns-of-all-time/654/
E como estamos a falar de Marketing Viral....
Feel free to forward this to a friend!!
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Viral Marketing
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Marketing Viral + Buzz Marketing + Word of Mouth = Connect Marketing??
Após a pesquisa de alguma informação sobre este tema, rapidamente se chega a conclusão que não é consensual a definição de Marketing Viral, Buzz Marketing ou Word of Mouth… Nem mesmo as "fronteiras" de cada um!
De uma forma geral, o "Marketing Viral" tem sido usado para descrever campanhas relacionadas ao Word of Mouth online; o "Word of Mouth Marketing" para campanhas que usam o word of mouth em offline; e o "Buzz Marketing" para campanhas que integram o word of mouth e marketing viral combinando os meios tradicionais de informação com acções de RP.
Como todas estas técnicas de marketing se encontram bastante interligadas há autores que defendem a criação de um termo que se referia a qualquer abordagem de marketing que crie conversações para mercados alvo, acrescentando um valor mensurável á marca, "Connect Marketing".
No meio de tanta informação pesquisada não queria deixar de referir que começam a aparecer bastantes artigos que dizem que o marketing viral já era… Ora bem, este "já era…" parece-me um bocadinho forte, mas facilmente se percebe o porque de o marketing viral começar a ser algo do passado. A forma de interacção das pessoas com a Web 2.0 está a mudar, havendo quem já fale na Web 3.0… Na qual os internautas estão mais interessados em mostrarem-se, partilhar e discutirem conteúdos por eles elaborados. Quero com isto dizer que o Marketing Viral já passou aquela fase de "novidade" e começa a ser necessário completar estas campanhas com acções de RP. Os cibernautas estão cada vez mais interessados nas redes sociais e nas novidades que estas apresentam quase diariamente, em vez de andar á procura de vídeos no youtube por exemplo!
O marketing viral surgiu de um movimento underground que combinava a velocidade de propagação do email com novas tecnologias imergentes, como o Video Tracking System desenvolvido em 2002 e os conteúdos online definidos como divertidos ou "espertos", havendo quem defenda que na altura se assemelhasse mais a um modelo de conteúdo de patrocínios, do que publicidade em si, como por exemplo vídeos online que não mostravam o produto ou serviço da marca, nem veiculavam mensagens de marketing especificas, sendo na sua maioria ideias de empresas independentes e não de agências de publicidade.
O marketing viral deu ás marcas a capacidade de inovarem, podendo fugir à publicidade convencional, conseguindo assim sobressair da concorrência. Acontece que o marketing viral foi ficando ao longo do tempo mais mainstream, perdendo o impacto inicial junto das massas. Dai surgirem novos termos e técnicas de marketing como o Connect Marketing, que apostam na conjugação destas técnicas com a evolução do internauta e consumidor, cada vez mais virado para as redes sociais e partilha de experiencias…
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domingo, 9 de novembro de 2008
O que é o Marketing?
A publicidade como nós a conhecemos serve para anunciar, dar a conhecer, de forma apelativa para um potencial consumidor, um bem ou serviço que as empresas pretendem vender. Isto implica que hajam diversos factores:
-Pessoas com determinadas necessidades;
-Produtos ou serviços que satisfaçam essas necessidades;
-Que os clientes estejam dispostos a obter esses serviços através de uma transação de troca;
-Que haja um meio onde realizar essas trocas.
As pessoas sentem necessidades desde as básicas como comer, beber, abrigar-se, defender-se até às necessidades de responsabilidade, conforto, cultura, filiação e luxo. Tudo isto corresponde a necessidades que as pessoas têm desejo de satisfazer. A satisfação de um desejo é feito através de um producto, seja ele um bem físico ou um serviço. Temos a noção de produto como sendo "qualquer coisa que seja vista como capaz de satizfazer uma necessidade, vontade ou desejo" (Kotler).
O mercado é a instituição onde as trocas se realizam, isto é, o meio que possibilita a comunicação e negociação entre as partes potencialmente interessadas e a tranferência de produtos. Incidimos o nosso estudo principalmente no meio da Internet. O conceito de mercado leva directamente à noção de Marketing que significa trabalhar com mercados, ou seja "marketing é a actividade humana dirigida para a satisfação das necessidades, vontades e desejos através de processos de troca" (Kotler), pertencendo iniciativa à parte que oferece os produtos.
"A natureza do Marketing não é servir o cliente. É avançar, cercar e vencer a concorrência. é estar em guerra onde ela é o inimigo e o consumidor é o terreno a conquistar"
in Marketing & Publicidade, nº 12, Maio 99
Não estamos sós neste mundo, e ainda bem senão seria muito aborrecido, desta forma deve-se conhecer de forma cirúrgica em que pontos focar a atenção do público de forma a fazer evidenciar o serviço que através do marketing se pretende promover.
O conceito de Marketing veio alterar a forma de abordar o mercado. A ideia chave deste conceito é descobrir quais as necessidades, vontades e desejos do segmento do mercado que se pretende atingir (mercado-alvo) e, a partir daí, adaptar a organização para fornecer os produtos (bens e serviços) desejados, de forma mais eficaz que a concorrência.
Como já foi referido a constante expansão das novas tecnologias de informação tem permitido o trabalho conjunto do marketing e da informática para fornecer novas armas na guerra do Marketing.
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